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segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Virou notícia

Ganhador da Mega-Sena será enterrado hoje no Rio

O milionário Renê Sena, 54 anos, ganhador do prêmio de quase R$ 52 milhões do concurso 679 da Mega-Sena, em 2005, será enterrado às 16h de hoje, no cemitério Jardim das Acácias, em Rio Bonito, no Rio de Janeiro. Sena foi assassinado a tiros na manhã deste domingo.

Ele estava em seu quadriciclo, que usava por não possuir as duas pernas, e foi abordado por dois homens armados e encapuzados em uma moto. Os criminosos anunciaram o assalto, Renê reagiu e acabou morto. Os bandidos fugiram em seguida.
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É isso o que chamo de sorte grande... Ou não, né? (Não adiantou de nada ser rico... Por isso, não reaja, mesmo se for um PM...)

Mas que tá esquisito... Ah, tá!

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Um continente esquecido

Definitivamente, esquecemos. Esquecemos que existe vida além do Meridiano de Greenwich. E abaixo da Linha do Equador.

Há um continente que está a míngua. Porque está, simplesmente, esquecido pelo Ocidente. A lógica capitalista impede de ver a África como um continente - e, por conseguinte, com um valor maior que qualquer produto de exportação: a vida.

Se nos preocupamos constantemente com o Oriente Médio, com a China ou com a Coréia do Norte - porque se convencionou a tratá-los como principais eixos de conflito - , esquecemos que os maiores banhos de sangue do mundo estão na África Subsaariana.

Tudo bem, o Irã preocupa os Estados Unidos de la America porque pode haver armas nucleares lá (mentira, todos nós sabemos que o foco da preocupação estadunidense é petróleo...). Mas se o Irã é preocupação porque incomoda o Sam, não se pode dizer o mesmo da África, já que ela nada tem a oferecer.

Talvez a única coisa que a África tenha a oferecer é a sua gente. Mas nem "isso" importa a nós. Sim, a nós. Todos nós, um dia, nos esquecemos que existe um continente que já foi parte do nosso em eras remotas. Esquecemos que o mundo ocidental existe por causa da mão de obra oriunda de lá. E como nós retribuímos? Com indiferença, "vidros fechados, gestos mudos do outro lado" (no caso, o lado de cá).

A AIDS afeta um terço do continente (aproximadamente). O Ebola foi (ou é) outra maldição. Sem contar a falta de saneamento básico, água limpa, tratamento médico, etc. E o mundo fecha os olhos, brinca de fingir que não vê.Não brinca, realmente finge.

Se alguém assistiu Hotel Ruanda sabe do que estou falando.


Havia um massacre sangrento em Ruanda, no ano de 1994. A princípio, pensava-se que as "forças de paz" da United Nations (Nações Unidas o ca&%$#!) fossem lá para dirimir o conflito. Acreditava-se que o principal objetivo da ONU fosse resguardar os necessitados. Hunf, ledo engano. As forças supra citadas foram para retirar os estrangeiros que estavam no país. Não para salvar o povo nativo.

[PARÊNTESIS: entenda a história do conflito aqui e aqui.]

E Ruanda morria. Afogada no próprio sangue. E toda a África, em certa consonância, se afoga. Em um sangue que se mistura com diversas pragas lá existentes. Pragas tais que vão desde o Ebola, o HIV até a indiferença, a conivência, o deixa-pra-laísmo.

Quem estuda Jornalismo fica conhecendo uma importante (e triste) lei que rege a lógica de noticiabilidade de um fato. Falo da Lei de McLurg, que estabelece uma "escala graduada", uma espécie de "escala de importância" em relação à distância de onde os fatos ocorreram do Ocidente. É simples:

- Um norte-americano vale, aproximadamente, 100 egípcios, 400 afegãos e 1000 chineses;
- O afogamento de 12 velhinhos no Canadá é mais visível que o estrangulamento de trezentos negros nigerianos;
- Um britânico que morreu da Gripe do Frango vai ganhar mais tempo na mídia que um país asiático contaminado pela mesma doença.
- A morte da diarista do Sérgio Cabral Filho (governador do RJ, um Aécio menos carioca) vai ganhar mais tempo na mídia que a morte de uma diarista comum porque, ora bolas, era a diarista do Sérgio Cabral Filho!
E por aí vai.

Digamos que a África faz parte dessa lógica McLurguiana. E o fato de esquecermos que ela existe começa aí. A África não vira notícia porque não gera dinheiro. Não gerando dinheiro, o continente não importa às ditas "nações desenvolvidas". Tudo aquilo que não importa às "nações desenvolvidas" não vira notícia. Não virando notícia, cai no esquecimento. É simples. É facto. É exacto. E é simplesmente desprezível.

Ah, mis amigos, a questão remonta à Neocolonização. E é mais complexo que se pode imaginar. Tentar resolver os conflios? Eu sei, é humanamente improvável. Quem sou eu para tentar resolver tudo que quero - eu sei. O que não podemos fazer é esquecer nossos problemas debaixo do tapete diplomático. E bem sei: a ONU é mestre nisso.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Raios e trovões!

Prefeito de Aparecida (SP) tenta proibir enchentes por decreto

O prefeito de Aparecida, a 167 km de São Paulo, José Luiz Rodrigues (PFL), enviou à Câmara dos Vereadores um projeto de lei que "proíbe enchentes e outras ocorrências climáticas na cidade". Rodrigues alega estar cansado da cobrança de vereadores sobre as medidas tomadas pela Prefeitura para evitar que enchentes que atinjam a cidade.

O projeto tem dois artigos. O primeiro diz que "fica terminantemente proibida a ocorrência de enchentes nos bairros da cidade provocadas emrazão de chuvas fortes, chuvas de granizo, tempestades com raios, vendavais e cheias no Rio Paraíba do Sul e seus afluentes no município".

No segundo, o prefeito justifica que atende "solicitação do nobre vereador Ernaldo Cesar Marcondes em seu requerimento nº 414/2006 de 20 de novembro de 2006". O vereador não foi encontrado para comentar o assunto.

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Não era mais fácil ele ter ido pessoalmente falar com São Pedro?

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Abóboras, mangas e chuchus

Bem, meus caros, estamos finalmente em 2007. Para muitas pessoas, um ano de cão. Muita merda acontecendo ao mesmo tempo. Para mim, pessoalmente, nada a reclamar.

E 2007 começa com uma nova esperança. Melhor dizendo, começa com a mesma esperança dos começos de anos passados. Todos os anos começam e os mesmos votos são renovados. Ou reaproveitados.

Reaproveitamento agora é o que deve acontecer com os alimentos da ceia. Vai tudo virar mexido. Mas isso é outra história. Assim como é outra história o Engov para a ressaca.

Tivemos ontem a posse do Luís Inácio e do Aécio Neves. Nesta, disse uma reportagem que o público presente era de 500 mil pessoas. Há controvérsias: nunca um quinto da população belorizontina estaria lá – ainda mais para a posse do Aécio. Cujo governo, diga-se de passagem, está prejudicando seriamente a prefeitura de Ribeirão das Neves. Leia sobre isso aqui.

Obs: Na matéria do MGTV, realça a reportagem o caos ocasionado pelo fechamento do único hospital de Neves. Só que, como só a “boa imprensa” de Minas faz, não disseram que o resultado disso deriva da liminar expedida em favor do Governo de Minas que entrou com um recurso proibindo a renovação dos contratos dos funcionários. Foda, não?

(E para agüentar o Aécio... Haja Engov, amigo!)

Já o Lula, na sua posse do segundo mandato, disse que o governo dele não foi populista, mas popular. Não mesmo: desde quando dar cesta básica e dinheiro de graça não é atitude de Populismo? Eu falo é do controverso Bolsa Família, que, sem precisar que a pessoa trabalhe, paga para a família uma quantia de subsistência mensal.

Leia aqui a íntegra do discurso do Luís Inácio.

E, para completar, uma notícia boa para os Chavesmaníacos:estreou ontem, no SBT, o desenho animado do Chaves. Confiram de segunda a sexta, às 18h Horário de Brasília. Pelo visto, 2007 não vai ser tão ruim assim...

No mais, desejo a todos boa entrada de ano! Sem trocadilhos.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Tempo de Ano Novo

E você? já fez seus planinhos para 2007? Já prometeu parar de fumar, parar de beber, deixar de ser mulherengo...? Já prometeu que vai começar a dieta no ano novo? Bom, provavelmente não vai ser na segunda, porque dia 1º de janeiro é segunda, e daí você só pode começar o regime na OUTRA segunda...

Eu, confesso, estou um tanto quanto desiludido com o Natal. Não com a data em si, mas com a época. Era pra ser uma data, sim, de festas. Mas não necessariamente uma festa de consumo. Andar no centro de Belo Horizonte nessa época é prática e humanamente impossível. Entrar nas Lojas Americanas? Entrar no Shopping Cidade? Eu não. Eu não me arrisco, sairei de lá - se eu sair... - pisoteado de tanta gente que está lá dentro. Não era para ser assim no Natal.

A data que simboliza o nascimento de Cristo não deveria ser traduzido em presente, presente e presente. Consome-se desenfreadamente, sem nenhum pudor com a data. Eu, particularmente, gosto mais de ganhar presentes no meu aniversário que no Natal.

Mas, enfim... Natal tem sido isso: presente, amigo oculto e nada mais do que consumo. Os comerciantes adoram. As mães reclamam. Os filhos agradecem. E Cristo? Onde fica nessa história toda? É... Há muito o simbolismo real se perdeu. E eu fico triste com isso. Venera-se muito mais o Santa Claus que o Menino Deus. E quem é Santa Claus, vulgo Papai Noel, perto de Cristo? Uma "invenção do Capitalismo", diriam os mais radicais esquerdistas utópicos. Isso, em parte, talvez esteja certo.

Bem, já estou um tanto quanto desiludido com o que os outros acham do Natal. Eu ainda creio que Natal não se traduz em shopping centers lotados, ruas intransitáveis e sacoladas de sacoleiras nos ônibus. A verdadeira consciência do espírito natalino está perdida, dissolvida. Em fragmentos. Espalhado em algumas pessoas - com eu.

Mas se no Natal eu fico completamente desanimado, sem lugar e nervoso com os jingles medíocres e irritantes, no Ano Novo já é um pouco diferente. Tirando a tradição do branco e o inconveniente Show da Virada da Rede Globo, é uma data que eu considero revigorante. É o fim do estresse de fim de ano. É tempo de festa, de foguetório, de desejos e realizações. Sim, sou muito mais adepto do ano novo que do Natal.

Bom, no mais, desejo a todos Boas Festas de fim de ano. Um bom Natal, um Ano Novo com menos promessas e mais realizações. Eu disse menos promessas. Aja como um bom mineiro: fale menos e faça mais.

Um abraço e até 2007.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Eu já sabia!

Jornalista da Globo ataca cobertura da emissora

Após ser informado que seu contrato de trabalho não seria renovado, o repórter Rodrigo Vianna, da redação da TV Globo em São Paulo, enviou uma carta com fortes críticas à cobertura das últimas eleições e ao jornalismo na emissora.

“Nunca, nem na ditadura tivemos na Globo um jornalismo tão centralizado, a tal ponto que os repórteres trabalham mais como bonecos de ventríloquos, especialmente na cobertura política!”, escreveu.

O jornalista estava na empresa desde 1995 e enviou o texto originalmente na rede interna da emissora na terça-feira (19/12).


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Bom, que a Rede Glóbulo não é nada santa, disso eu já sabia. Que ela é um emaranhado de interesses convergentes, também. Que ela está superendividada com o Governo e, por isso, bajula o Lula, vai lá. Só não sabia que tinha gente lá de dentro com coragem o bastante para divulgar isso para fora. E o que me supreeende é ler isso do Rodrigo Vianna, um dos caras que eu mais achava que tinha o Padrão Globo de Qualidade Jornalística. Essa declaração me surpeendeu... Aproveitou a oportunidade da demissão e xingou a Vênus Platinada.

E ainda tem gente que defende com unhas e dentes tal maculada instituição... Madre de Dios!

Leia aqui a íntegra da carta do Vianna.

Globo e Poder, tudo a ver!

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Plantão médico

Internado em uti, Casagrande tem quadro estável

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Perguntado pela produção de Jornalismo da Rede Globo sobre qual era o seu problema, Casagrande respondeu:

- Ééééééé.... Num sei, Galvão...

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Noventa vírgula sete por cento (parte 2)

Facada pelas costas

Quem quer um aumento de 91% no seu salário põe o dedo aqui...

A pressão contra esse aumento pra lá de mais que absurdo não pára. Como eu disse ontem, tá rolando na internet uma petição pública de repúdio a essa sem-vergonhice descarada e macaqueada de... isonomia!

Quem não pegou o link, pode clicar aqui e demonstrar o seu ódio a tudo isso que está acontecendo.

Para aumentar a cara-de-pau, o Aldo Rebelo, presidente da Câmara, disse que se os deputados querem aumentar, que aumentem. (Hum, isso está me cheirando a lobby...)

Bom, pelo visto os srs. de-putados acham que esse reajuste está sendo muito bem-visto. Acho que não - ACM Neto que o diga. Leia:


Desempregada confessa que queria matar ACM Neto


A desempregada Rita de Cássia Sampaio de Souza, de 45 anos, que esfaqueou o deputado federal Antonio Carlos Magalhães Neto (PFL-BA) nesta segunda-feira (18) confessou que sua intenção era matar o parlamentar.

Ela bradou ainda contra o aumento que praticamente dobrou o salário dos parlamentares e confirmou ter viajado até a Capital baiana com o objetivo de matar ACM Neto.

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Desequilíbrio mental? Quem não fica desequilibrado com uma sem-vergonhice dessas? Dona Rita de Cássia, receba publicamente o meu apoio por sua atitude. Facada quem levou fomos nós!

E pena as faculdades federais estarem de férias...

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Noventa vírgula sete por cento

Cadê meu aumento?

É de conhecimento de todos o plano dos "nossos" deputados federais. Bom, para quem não sabe, eu explico.

Os srs. deputados estão exigindo um auto-aumento (ou seja, um aumento para eles mesmos) de mais de 90%. Eu disse 90% de aumento do próprio salário.

Enquanto nós, cidadãos mais humildes, temos que engolir um miserável e mixuruca aumento de R$ 25,00 - ou menos - os de-putados querem passar de 13.000 para 25.000 reais os seus salários.

O negócio é absurdo. Sem contar verba gabinete, verba terno, verba condução, auxílio comida, auxílio acompanhante, auxílio motorista, verba extra para compra de móveis, verba desviada, imposto que vai para os bolsos dele, verba de ajuda para ter mais verba, verba de lobby...

Enfim, está circulando na internet uma petição pública de repúdio a essa sem-vergonhice descarada. O link é:

http://www.petitiononline.com/oeleitor/petition-sign.html

É bom que se comece a movimentar essa gente, que anda muito parada desde 1985.

Repasse esse endereço aos outros.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Confissões de um EMO

Como diriam os biólogos: se EMA é BICHO, então EMO é BICHA.

Veja as confissões de um emotional hardcore. Qualquer semelhança não é mera coincidência. Notem a eloqüência do gajo no vídeo... Seus trajos, seus trejeitos e, principalmente, o penteado melecado de gel e chapinha na franja!


Um bom fim-de-semana!

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Toque milagroso

IgNobel premia estudo sobre cura de soluço por toque retal

Sabe aquele soluço que às vezes teima em não passar? Um pesquisador americano descobriu uma cura infalível: "Massagem digital no reto" do paciente. Grosso modo, o temível exame de toque para checar risco de câncer de próstata em homens pode resolver o problema.

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Já ouço de longe a torcida do São Paulo soluçando...

terça-feira, 3 de outubro de 2006

Deus me livre...

Pois bem, depois de um fim de semana de eleições, decidi tirar a segunda de folga para tentar e ver se consigo digerir mais uma eleição. E alguns pratos me foram muito indigestos.

Pra começar, temos de volta ao cenário político nacional um canastrão alagoano. Um cara que, em dois anos de presidência, descontentou a toda a nação e foi legitimamente impedido de tentar algum cargo político. Ele, senhoras e senhores, Fernando Collor de Melo, o Caçador de Marajás. De novo à cena política como senador das Alagoas...

E quem deu as caras de novo, como o segundo candidato mais votado? Ele, o rouba-mas-faz, Paulo Salim Maluf. Foi eleito deputado com 740.000 (eu disse setecentos e quarenta mil) votos de eleitores do estado de São Paulo. Depois de desviar dinheiro pra paraíso fiscal e de roubar e de roubr de novo, está ele aí de volta...

Mas acho que a grande surpresa dessa eleição chama-se Clodovil Hernandez. Sim, o Clô-dovil.

A partir de hoje, digo, primeiro de janeiro de 2007, você verá os deputados andando sempre elegantemente, nunca desalinhados e sempre com ternos de marca e nunca desarrumados. Clodovil vai dar um jeito no figurino dos parlamentares em Brasília. Um legítimo representante cor-de-rosa para dar mais "vida" ao plenário... Ui...

Como se diz no popular: cada Cristo que carregue a sua cruz...

Cada povo tem o governante que merece. Se temos deputados de tal nível eleitos, vai ver que o eleitor ainda (e sempre andará) mal esclarecido acerca do pleito. Não adianta se a mídia apenas se baseia em noticiar os fatos sem esclarecê-los (não é dar tudo mastigadinho na boca não, mas pelo menos dar uma noção da situação, reavivar a memória do povo... É bom, né?)

É nisso que dá: povo inculto vai eleger mesmo é Clodovil, Paulo Maluf, Jáder (vai pra casa do) Barbalho, Frank Aguiar (isso, Frank Aguiar, o cãozinho dos teclados...), Fernando Collor de Melo, Aécio Neves...

Bizarrices à parte, é a vez do segundo turno. Por favor, colabore com este estudante que vos fala: eu não quero ter que comer ovo com banana todo dia no bandejão da UFMG. Por favor, eu quero ter opção de carne no cardápio quando eu for comer... Por favor, eu não quero chuchu de acompanhamento!